05 setembro 2016

Ferrari 312T3 - Gilles Villeneuve (1978)



Após uma longuíssima ausência de novidades aqui no 4 Rodinhas, hoje é dia de marcar o dia de aniversário com uma miniatura. E assim se chega a 10 anos de 4 Rodinhas. Já vai longe o dia em que iniciei o blog. Infelizmente a actividade é muito reduzida (para não dizer nula) mas aqui estou a dar um sinal, ainda que pequeno, de vida.
Um grande abraço para todos.

Esta miniatura pertence à marca Quartzo.
O modelo à escala 1/43, da Quartzo, apresenta-se com o boneco do piloto ao volante, com capacete detalhado, valorizando assim a miniatura. Este pormenor diferencia esta miniatura das miniaturas das colecções da Altaya que não incluem o piloto, como podemos verificar com a anterior miniatura que já aqui postei sobre este mesmo Ferrari.
A Ferrari preparava a temporada de 1978 com relativa expectativa uma vez que o campeão de 1977, o austríaco Niki Lauda, tinha saído da equipa o que motivou a contratação de um novo piloto. E neste caso o escolhido foi o canadiano Gilles Villeneuve, que já tinha efectuado a sua estreia na F1 em 1977 (no GP da Inglaterra com um McLaren) tendo ainda realizado um GP pela Ferrari nesse mesmo ano. Assim para a temporada de 1978 Gilles Villeneuve iria fazer parte da equipa Ferrari tendo como colega de equipa o argentino Carlos Reutemann.
Facto curioso é que a Ferrari vinha alterando a dupla de pilotos desde 1976:
- 1976 - Niki Lauda e Clay Regazzoni (suíço), Carlos Reutemann efectuou um GP pela Ferrari;
- 1977 - Niki Lauda e Carlos Reutemann, Gilles Villeneuve efectuou dois GP’s pela Ferrari;
- 1978 - Carlos Reutemann e Gilles Villeneuve;
- 1979 - Gilles Villeneuve e Jody Scheckter (sul-africano).
Gilles Villeneuve era na época uma jovem promessa da F1 devido às suas performances nas poucas provas já realizas e que conquistaram imediatamente a
admiração de Enzo Ferrari. Contudo Villeneuve viu-se envolvido em alguns incidentes provavelmente relacionados com a sua juventude e fogosidade que levava para a pista.
O Ferrari 312T3 para o ano de 1978 continuava a ser da responsabilidade de Mauro Forghieri que procurava já adaptar o carro da Ferrari à nova tendência da F1 na época: o efeito de solo lançado pela Lotus.
Como já falei sobre o Ferrari 312T3 num post anterior aconselho a leitura do mesmo para obter mais alguns detalhes sobre este modelo.
A miniatura apresentada representa o Ferrari 312T3 de Gilles Villeneuve no GP de Itália de 1978. Nessa prova Villeneuve terminou no 7º lugar tendo sido penalizado com 1 minuto por ter antecipado a partida.

Gilles Villeneuve nasceu a 8 de Janeiro de 1950 no Canadá. A sua carreira começa
nas categorias inferiores onde realiza provas com boas prestações que chamam a atenção a James Hunt, piloto inglês da McLaren, e que eventualmente lhe dá a oportunidade de realizar a estreia na F1 num McLaren (GP da Inglaterra em 1977). Foi a única prova realizada na F1 por Gilles Villeneuve sem ser num Ferrari. Ainda no ano de 1977 Gilles Villeneuve é contratado por Enzo Ferrari e realiza os dois últimos GP’s da temporada pela equipa, substituindo Niki Lauda (que depois de se sagrar campeão a duas provas antes de terminar o campeonato saiu da Ferrari). Contudo o novo piloto da Ferrari vê-se envolvido num acidente e numa colisão nessas duas provas ganhando alguma reputação de piloto destemido e perigoso.
No início da época de 1978 Villeneuve continua a estar envolvido em polémica uma vez que nas cinco primeiras corridas do ano esteve novamente envolvido em dois acidentes e numa colisão. Finalmente à sexta prova alcança os primeiros pontos com um quarto lugar. O primeiro pódio é atingido à 12ª prova da época no GP da Áustria. A primeira vitória de Gilles Villeneuve na F1 chega no último GP do ano, precisamente no Canadá, o seu país natal. Termina a temporada no 9º lugar com 17 pontos, 1 vitória, 1 melhor volta e 2 pódios.
Em 1979 Gilles Villeneuve tem como colega de equipa Jody Scheckter, que viria a sagrar-se campeão nessa temporada, ficando Villeneuve em segundo lugar com 3 vitórias, 1 pole-position (a primeira da carreira) e 6 melhores voltas. O ano de 1980 é
muito mau para a Ferrari, Villeneuve (14º no campeonato) apenas consegue 6 pontos e Scheckter, campeão de 1979, faz pior, apenas 2 pontos. Para 1981 a Ferrari contratou o piloto francês Didier Pironi e iniciou a sua aposta nos motores turbo. A temporada, que apesar de não ter sido um sucesso, foi bastante melhor que a anterior: Villeneuve conquista mais duas vitórias, 1 pole-position e 1 melhor volta, terminado o campeonato em 7º lugar.
O ano de 1982 que seria provavelmente o ano da consagração de Gilles Villeneuve transformou-se num pesadelo para a Ferrari e também para a F1. Foi um ano marcado por vários acidentes onde num dos quais viria a morrer Gilles Villeneuve. As três primeiras provas do ano foram nefastas para Villeneuve: uma desistência por falha do turbo, um acidente e uma desclassificação. Na quarta prova
Villeneuve termina em segundo lugar, no entanto houve um desentendimento com o seu colega (Pironi) que venceu a prova. Villeneuve sentiu-se enganado por Pironi e jurou que nunca mais lhe dirigia a palavra. Na prova seguinte, no GP da Bélgica, Gilles Villeneuve sofreu um grave e fatal acidente durante os treinos de qualificação. Tinha 32 anos. A carreira de Gilles Villeneuve resume-se a 67 participações em GP’s (1 pela McLaren e 66 pela Ferrari), 6 vitórias, 2 pole-positions e 8 melhores voltas. Terminou o campeonato de 1979 como vice-campeão. Apesar de um curriculum relativamente curto Gilles Villeneuve foi e ainda é dos pilotos mais apreciados da F1, tal era a sua entrega e persistência nas provas nunca dando uma corrida por perdida. São famosos os exemplos desta tenacidade de Gilles... muitos ainda se lembram de uma famosa disputa pelo segundo lugar com René Arnoux (francês) no GP da França de 1979.

Os pilotos do Ferrari 312T3 em 1978 foram: #11 Carlos Reutemann (argentino) e #12 Gilles Villeneuve (canadiano).
Vitórias: 4 (C. Reutemann: 3; G. Villeneuve: 1) Reutemann venceu mais um GP mas com 312T2.
Pole-Position: 2 (C. Reutemann: 2)
Melhor volta: 1 (C. Reutemann: 1) A Ferrari obteve mais 2 melhores voltas mas com o 312T2, uma para cada um dos pilotos.

04 outubro 2015

McLaren - Série MP4/2 de 1984 a 1986



Durante os campeonatos de 1984, 1985 e 1986 a McLaren utilizou o MP4/2, desenhado por Jonh Barnard. Nesses três anos o MP4/2 foi sofrendo pequenas alterações, quer para se aperfeiçoar o carro, quer para se adaptar às alterações exigidas pelo regulamento, como por exemplo a redução do combustível permitido por corrida para o ano de 1986 (passou de 220 litros em 1985 para 195 litros para 1986). O motor utilizado era o TAG Porsche; em 1984 a McLaren usava os pneus Michelin tendo passado a utilizar pneus Goodyear para os anos de 1985 e 1986. O McLaren MP4/2 manteve-se sempre bastante competitivo, o que permitiu que o MP4/2 torna-se num dos carros mais vitoriosos da história da Formula 1.


McLaren MP4/2 de Niki Lauda em 1984
Miniatura da Minichamps à esc. 1/43
1984 – McLaren MP4/2
16 Grandes Prémios
Pilotos: #7 - Alain Prost – 16 GP
             #8 - Niki Lauda – 16 GP
12 vitórias (7 para Prost e 5 para Lauda)
3 pole-positions (todas de Prost)
8 melhores voltas (3 para Prost e 5 para Lauda)
18 podios (9 para Prost e 9 para Lauda)
Niki Lauda - Campeão do Mundo de 1984
McLaren - Campeã de Construtores de 1984


          
             McLaren MP4/2B de Niki Lauda em 1985                     McLaren MP4/2B de Alain Prost em 1985
                 Miniatura da Minichamps à esc. 1/43                             Miniatura da Solido à esc. 1/43
1985 – McLaren MP4/2B
16 Grandes Prémios
Pilotos: #1 - Niki Lauda – 14 GP
             #1 - Jonh Watson – 1 GP (substituiu Lauda no GP da Europa)
             #2 - Alain Prost – 16 GP
6 vitórias (1 para Lauda e 5 para Prost)
2 pole-positions (todas de Prost)
6 melhores voltas (1 para Lauda e 5 para Prost)
12 podios (1 para Lauda e 11 para Prost)
Alain Prost - Campeão do Mundo de 1985
McLaren - Campeã de Construtores de 1985


         
            McLaren MP4/2C de Alain Prost em 1986                                 McLaren MP4/2C de Keke Rosberg em 1986
                            Miniatura da RBA à esc. 1/43                                          Miniatura da Minichamps à esc. 1/43
                                                                                                      Esta miniatura é alusiva ao GP de Portugal de 1986
1986 – McLaren MP4/2C
16 Grandes Prémios
Pilotos: #1 - Alain Prost – 16 GP
             #2 - Keke Rosberg – 16 GP
4 vitórias (todas de Prost)
2 pole-positions (1 para Prost e 1 para Rosberg)
2 melhores voltas (todas de Prost)
12 podios (11 para Prost e 1 para Rosberg)
Alain Prost - Campeão do Mundo de 1986
McLaren - vice-Campeã de Construtores de 1986

Ao todo nesses 3 anos a McLaren participou em 48 GP tendo vencido 22 provas (16 para Prost e 6 para Lauda), obteve 7 pole-positions (6 para Prost e 1 para Rosberg), 16 melhores voltas (10 para Prost e 6 para Lauda) e 42 podios (31 para Prost, 10 para Lauda e 1 para Rosberg). Venceu 3 Campeonatos de Pilotos e 2 de Construtores.

21 julho 2015

Ferrari 640/F1-89 - Nigel Mansell (1989)





Esta miniatura pertence à colecção Ferrari F1 Collection – Fasc. Nº 33.
O Ferrari 640/F1-89 foi o primeiro monolugar da Formula 1 a ser equipado com uma caixa eletrohidráulica no volante, isto significava a eliminação dos mecanismos da caixa manual, prescindindo-se da alavanca das mudanças, sendo que o piloto passava a efectuar as mudanças das velocidades nas duas palhetas que estavam dispostas atrás do volante. Contudo esta inovação iria ter os seus custos no campeonato; a Ferrari sofreu vários problemas devido à nova tecnologia ao longo da temporada. Posteriormente todas as equipas iriam adoptar esta nova tendência que ainda hoje é utilizada.
John Barnard foi o designer responsável pelo Ferrari 640/F1-89, aliás Barnard já vinha desenvolvendo os monolugares da Ferrari desde 1987 e iria manter-se em Maranello até 1990.
O Ferrari 640/F1-89 foi um monolugar inovador no aspecto da caixa mas para além disso destacava-se também pela sua inconfundível estética salientando-se o bico do monolugar (bico-de-pato). O motor atmosférico de 12 cilindros debitava 600 cv às 12500 rpm.
Para a temporada de 1989 a Ferrari contratou o piloto inglês Nigel Mansell (ex-Williams) e manteve o austríaco Gerhard Berger.
A miniatura apresentada representa o Ferrari 640/F1-89 de Nigel Mansell para a temporada de 1989.
Nigel Mansell nasceu a 8 de Agosto de 1953 na Inglaterra. O seu palmarés na Formula 1 é um dos mais ricos contudo apenas foi campeão uma única vez. Mansell estreou-se na Formula 1 no GP da Áustria de 1980 pela Lotus. Participou em 187 GP’s, obteve 31 vitórias, 32 pole-positions e 30 melhores voltas, sagrando-se campeão em 1992 pela Williams.
Nigel Mansell era um piloto agressivo, ousado e rápido mas por vezes pouco inteligente na gestão da sua corrida. Era um piloto que dava tudo o que tinha, cativando o público por isso mesmo. Depois de disputar os campeonatos de acesso à F1, nos quais Mansell pouco brilhou mas conseguiu captar numa ou noutra ocasião a atenção de Colin Chapman (Lotus), que lhe proporciona a estreia na F1 na sua equipa aos 27 anos. No ano de 1980 Mansell participa em 2 GP’s. Colin Chapman vê potencialidades em Mansell e contrata o piloto inglês para 1981. Mansell iria manter-se na Lotus durante 4 temporadas, tendo obtido o primeiro pódio em 1981, a primeira melhor volta em 1983 e a primeira pole-position em 1984, contudo não conseguiu vencer nenhum GP pela Lotus (o melhor que conseguiu nestes 4 anos na Lotus foram 5 terceiros lugares); nestes anos na Lotus, Nigel Mansell teve como colega de equipa o italiano Elio de Angelis e foi sempre batido por este no campeonato: 14º lugar em 1981; 14º em 1982; 13º em 1983 e 10º em 1984. No final de 1984 Nigel Mansell sai da Lotus e assina pela Williams, onde permanece durante 4 anos: na Williams vence o seu primeiro GP em 1985 (GP da Europa disputado no circuito de Brands Hatchs). Em 1985 é 6º no campeonato (2 vitorias), em 1986 é 2º no campeonato (5 vitorias), em 1987 é 2º (6 vitorias), perdendo o título para o seu colega de equipa Nelson Piquet (brasileiro) e em 1988 é 9º no campeonato. Para Mansell é tempo de mudar de equipa e assina pela Ferrari por dois anos. A aventura era difícil porque a Ferrari não vencia o campeonato de pilotos desde 1979. Em 1989 Mansell tem como colega de equipa Gerhard Berger e fica em 4º lugar com 2 vitórias. Mas no ano seguinte o seu colega de equipa é o francês Alain Prost e a sua situação na equipa torna-se desconfortável ficando apenas em 5º lugar no campeonato (1 vitória) e atrás de Prost, que lutou pelo título até ao fim do campeonato com o brasileiro Ayrton Senna (McLaren). Desmotivado, ainda antes do fim da temporada de 1990, Mansell anuncia que vai abandonar a F1. Posteriormente muda de ideias e acreditando no projecto de Frank Williams assina pela sua equipa com a convicção que ainda poderia ser campeão na F1. Em 1991 termina a época em 2º lugar com 5 vitórias e em 1992 Nigel Mansell, com 39 anos, sagrou-se finalmente campeão da Formula 1 com 9 vitórias, um record na época. O monolugar da Williams era fantástico. Nesse ano de 1992 Alain Prost tinha feito uma pausa na carreira mas anuncia que para 1993 iria correr pela Williams. Mansell não terá gostado da ideia de voltar a ter como colega de equipa o francês e decidiu abandonar a F1 mas continuar a carreira nos EUA na Formula IndyCar, campeonato que viria a vencer nesse mesmo ano. Na Formula 1, Nigel Mansell ainda participou em 4 GP’s pela Williams no ano de 1994 (1 vitória) e mais 2 GP’s em 1995 pela McLaren. Apesar de nos anos seguintes ter havido mais algumas tentativas (testes) de regressar à F1 as participações de Mansell na categoria terminaram em 1995.

O campeonato de 1989
A estreia do Ferrari 640/F1-89 no GP do Brasil foi excelente para a equipa de Maranello: Mansell venceu a corrida logo na estreia do novo carro e no seu primeiro GP pela Ferrari. Contudo o outro piloto da Ferrari, Gerhard Berger, teve um acidente e desistiu. Gerhard Berger iria sofrer uma série infindável de desistências durante as 10 primeiras provas do ano (4 dessas desistência relacionadas com a nova caixa de velocidades). Nas 4 corridas seguintes (San Marino, Monaco, México e EUA) o Ferrari de Nigel Mansell sofreu sempre do mesmo mal causando o seu abandono: problemas na caixa de velocidades. Ayrton Senna (McLaren) venceu as provas de San Marino, Monaco e México. Alain Prost (McLaren) venceu nos EUA.
No Canadá a vitória sorriu ao piloto belga Thierry Boutsen (Williams) que assim vencia pela primeira vez na F1. Nigel Mansell foi desclassifido. Nos GP’s da França, Grã-Bretanha e Alemanha a McLaren foi sempre vencedora (Prost vence na França e na Grã-Bretanha e Senna na Alemanha). Na Ferrari as coisas começaram a melhorar um pouco e Mansell conseguiu o segundo lugar na França e na Grã-Bretanha (onde quase venceu) e o terceiro lugar na Alemanha. A prova deste bom momento da Ferrari aconteceu no GP da Hungria que Mansell venceu partindo do 12º lugar da grelha, fazendo uma fantástica recuperação num circuito onde é difícil ultrapassar. No GP da Bélgica Nigel Mansell conseguiu terminar no terceiro lugar.
Depois de 5 GP’s com bons resultados Nigel Mansell não conseguiu terminar mais nenhum das 4 últimas corridas da época. Pelo contrário, Gerhard Berger, o seu colega de equipa, que vinha de uma série negra de 10 desistências nos 10 primeiros GP’s do ano, conseguiu finalmente quebrar a maré de azar e terminou o GP de Itália em segundo lugar (Prost venceu a prova).
No GP de Portugal Mansell esteve envolvido num acidente polémico com Senna, numa altura da prova em que Mansell já tinha visto a bandeira negra mas que optou por continuar em pista durante mais algumas voltas. Gerhard Berger venceu a prova portuguesa e ficou em segundo lugar no GP da Espanha que Senna venceu. De salientar que nestas 3 provas (Italia, Portugal e Espanha) Berger partiu sempre do 2º lugar da grelha de partida. O Ferrari 640/F1-89 nunca conseguiu alcançar a pole-position, pelo que estes 3 GP’s foram os melhores resultados em termos de qualificação para o 640. Mansell nunca conseguiu melhor que o 3º lugar na grelha de partida (em 7 ocasiões).
Nos dois últimos GP’s da temporada, Berger voltou às desistências; no Japão houve o polémico acidente, já por demais debatido, entre Prost e Senna, que ditou o campeonato para o piloto francês da McLaren. A vitória foi para o piloto italiano Alessandro Nannini da Benetton. Na Austrália o vencedor foi Boutsen da Williams.
No final da temporada Prost sagrou-se campeão (4 vitorias). Nigel Mansell foi o 4º classificado com 38 pontos (2 vitórias) e Gerhard Berger ficou em 7º com 21 pontos (1 vitória). A McLaren venceu o campeonato (10 vitórias) e a Ferrari ficou em 3º lugar com 59 pontos (3 vitórias).

Os pilotos do Ferrari 640/F1-89 em 1986 foram: #27 Nigel Mansell (italiano) e #28 Gerhard Berger (austríaco).
Vitórias: 3 (Mansell: 2; Berger: 1)
Pole-position: 0
Melhor volta: 4 (Mansell: 3; Berger: 1)